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#Ep.3 - Grandes estruturas e forte gestão no confinamento

No terceiro dia (11/03) do Confina Brasil, passamos por propriedades que têm os processos de operação altamente profissionalizados



O sol estava raiando quando a nossa equipe já se preparava para sair para o terceiro dia do Confina Brasil. Após o café da manhã reforçado na fazenda, com direito a leite tirado diretamente no curral, carregamos os carros e saímos do Confinamento Aramburu, no município de Paulo de Faria, rumo a Estrela D’oeste.


Na região, visitamos um confinamento moderno e altamente produtivo que realiza um trabalho efetivo de capacitação profissional, com foco em manejo racional e rígido controle de origem dos animais. Para levar excelência e qualidade aos consumidores, o confinamento tem extrema atenção com seus processos. Os cuidados vão desde a atividade de engorda até o produto final.


Conforto e bem-estar



A nossa expedição seguiu na estrada com destino ao município de Sud Mennucci, onde visitamos o confinamento Lobo Guará. A propriedade chama a atenção pela estrutura do local onde é realizada a pecuária intensiva que é 100% coberta. De acordo com o proprietário Álvaro Henrique Ataíde de Conde, a construção foi planejada para facilitar o trabalho dos funcionários e também proporcionar bem-estar aos animais.


“Na época de chuva, por exemplo, conservamos melhor a ração. Quando fazemos leitura de cocho, de um dia para o outro, a ração está sempre fresca”

Alváro Henrique Ataíde de Conde (proprietário do confinamento Lobo Guará)



O confinamento no momento está em reforma, e se prepara para receber os novos animais. A capacidade estática é para 700 cabeças, mas trabalham com a lotação máxima de 680 para melhor manejo. O principal objetivo da fazenda é a produção de carne de qualidade, por isso focaram na seleção na raça angus. “Escolhemos produzir carne de qualidade para disputar um mercado que tem melhor preço e remunera mais pela qualidade da carne”, destaca o produtor.


Estrutura de operação

Finalizando o nosso terceiro dia de expedição, desembarcamos na linda Fazenda Bonança, no município de Sub Mennucci. Fomos recebidos por um exuberante pôr do sol que contrastava entre as águas azuis do Rio Tietê e o branco da boiada no confinamento.


A propriedade de mais de 4,3 mil hectares, possui uma estrutura que impressiona. O confinamento tem a capacidade de 28 mil cabeças estática. Atualmente são 2,5 mil cabeças com a previsão de chegada de mais de 1,5 mil animais, totalizando 4 mil bois. Além disso, a fazenda possui 20 pivôs de irrigação, fábrica de ração própria, além de silos e diversas máquinas.



De acordo com o gerente operacional e médico veterinário, Mateus Baptista Barros Leão, o confinamento funciona em forma de parceria.


“A Fazenda é arrendada para o confinamento que também assume todo o operacional, eu sou a mente pensante e responsável por fazer o negócio funcionar”

Mateus Baptista Barros Leão (gerente operacional e médico veterinário).



A viagem continua!

O Confina Brasil, neste quarto dia, segue rumo a Buritama. Visitaremos confinamentos também em Nhandeara, Mirassol e finalizamos o dia em Novo Horizonte.

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