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#Ep.2 - Confina Brasil avança pelo “interiorzão” paulista

Visitamos propriedades que são altamente eficientes na compra de bois e se destacam na gestão operacional dos confinamentos



O segundo dia de expedição do Confina Brasil (10/03) começou cedo para a nossa equipe do Confina Brasil. Partimos de Olímpia e seguimos 100 quilômetros rumo a fazenda Paraíso, no município de Riolândia. A propriedade de 727 hectares confina cerca de 9 mil animais por ano em uma área de 188 hectares.


"O grande segredo da fazenda é fazer boa compra de gado"

Rodrigo Paulo Miranda (gerente de produção da fazenda Paraíso)


Segundo ele, se o produtor não fizer boa aquisição do gado, mesmo sendo eficiente nos outros processos, os ganhos acabam sendo comprometidos. “Nossa estratégia é comprar na hora que a pessoa precisa vender, não quando necessitamos comprar, assim fazemos bons negócios”, destaca Miranda.


A Fazenda até o momento adquiriu menos animais que no mesmo período do ano passado. De acordo com o gerente de produção, as oscilações do mercado, a alta da moeda americana e as questões políticas, estão interferindo diretamente no setor. “Agora não é uma boa hora de comprar gado, e com a nossa experiência, optamos em esperar um pouco mais”, cita o profissional.



Fazenda Nascente


Após a primeira visita, ainda no município de Riolândia, fomos até a Fazenda Nascente, onde fomos recebidos por Gustavo Gabriel Amaral Silveira, gerente operacional da propriedade. O jovem de apenas 23 anos, apesar da pouca idade, recentemente assumiu o gerenciamento da fazenda e atualmente comanda toda a parte de operações e manejo do gado. A propriedade de 440 hectares tem capacidade de 4.200 bois confinados e mais 800 bois a pasto.


Segundo Silveira, a Fazenda Nascente funciona em parceria com o investidor, no caso o Grupo Queiróz. “Neste sistema de trabalho, o grupo fica responsáveis pelo fornecimento do gado e dos insumos (medicamentos e ingredientes da alimentação), nós assumimos toda a operação do confinamento e do maquinário”, ressalta.



Confinamento Aramburu


Finalizando o segundo dia da expedição, desembarcamos no confinamento Aramburu, no município de Paulo de Faria, onde realizam confinamento, semiconfinamento e também criação a pasto. A propriedade de 2.100 hectares tem capacidade estática para alojar 1.200 cabeças.



De acordo com Rodrigo Fortes Junqueira, formado em administração de empresas e responsável pela parte operacional da fazenda, nos últimos anos a propriedade vem passando por um processo de sucessão.


“Como em muitas fazendas, as mudanças no processo de sucessão são conflituosas. O meu pai, por exemplo, era relutante as ideias novas, somente com a apresentação de um projeto e muitos resultados em planilhas, que ele aos poucos foi cedendo, aceitando minhas ideias e deixou eu fazer as coisas como eu queria”

Rodrigo Fontes Junqueira (responsável operacional da fazenda).


Hoje a divisão de trabalho está bem definida e funciona harmoniosamente. Junqueira ficou responsável pela parte de operação e seu pai cuida dos assuntos de escritório. “Esse processo de transição aqui na fazenda durou cerca de três anos.


Hoje temos outra visão da importância de preparar a sucessão, pois é algo que tem que de ser muito bem planejado. É isso que vai garantir a continuidade dos negócios


da família. Eu pretendo preparar muito bem meus filhos para esse momento no futuro”, finaliza.


A expedição continua hoje!



Seguimos neste terceiro dia rumo ao interiorzão de São Paulo. Ainda dentro do Estado vamos visitar propriedades em Estrela D’oeste, Pereira Barreto e Sub Menucci.

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