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#Ep. 5 - Negócio de pai para filho

Atualizado: Mar 17

Na última rota dessa semana do Confina Brasil, observamos a presença forte da sucessão familiar na pecuária brasileira.



Hoje realizamos a última rodada de visitas desta semana, nos arredores da cidade de Novo Horizonte, ainda no estado de São Paulo, e pudemos observar a influência da sucessão familiar na pecuária intensiva brasileira.


Nossa primeira parada foi na Fazenda Reunidas Castilho, propriedade de Adauto Castilho que opera há mais de 30 anos. A propriedade tem capacidade estática de 4,5 a 5 mil cabeças. Como confina gado o ano todo, a capacidade de abate da planta gira em torno de 12 a 14 mil cabeças por ano.


Adauto é um fazedor de genética Sindi, mas, no confinamento, optou por trabalhar com gado comercial, identificando e adquirindo boas oportunidades de negócios no mercado.


Os animais são submetidos à dieta tradicional, e ainda que não conte com um alto nível de tecnificação em sua produção, os resultados obtidos têm sido satisfatórios.



Gestão, tradição e tecnologia

Após a visita e uma boa prosa com o pessoal da Reunidas Castilhos, seguimos viagem, rumo ao DC Confinamentos.


Localizado na Fazenda Tabajú, o DC Confinamentos, foi fundado há 15 anos por Diogo José de Castilho Neto, representante da terceira geração de uma família de pecuaristas, que hoje, ao lado de sua filha Rafaela Castilho, dá continuidade ao legado deixado pelos seus pais e avós.



A estrutura da propriedade é altamente tecnificada e alinhada às mais modernas práticas de gestão financeira, humana e de produção.


As boas práticas de bem-estar animal se fazem presente na propriedade, que conta com áreas de sombreamento, manejo sanitário adequado e nutrição balanceada, fatores que refletem diretamente no desempenho da produção.


Atualmente, a planta tem capacidade estática de 9.000 animais, abatendo em média 25.000 animais/ano e funciona em sistema de parceria com produtores, disponibilizando toda a estrutura necessária para a engorda dos bovinos.


Oferece também o serviço de Boitel e assessoria para venda no mercado a termo ou mercado futuro.



Foco em parcerias

Nossa terceira parada foi no Fernando Costa Agroconfinamento. A propriedade, hoje com capacidade estática de 2 mil animais, passará por adequações, que elevarão sua capacidade para 3 mil animais, ainda esse ano.



As operações são feitas em sistema de parceria, estudadas e negociadas caso a caso com os produtores parceiros e as negociações variam de acordo com os sistemas, tipo de gado e demais questões previamente acordadas entre as partes.



Negócio de família

Encerramos o dia no Confinamento São José. Aqui, Eduardo Costa toca o empreendimento em parceria com seus dois filhos, evidenciando a força da sucessão familiar na pecuária brasileira.


A planta gerenciada pela família, tem capacidade estática para 3 mil animais, e também está em expansão, pretendendo atingir capacidade para 4 mil animais.

Parte do plantel é adquirido de outros produtores e parte é proveniente da fazenda de recria que os proprietários mantêm em outro estado. Os animais desta propriedade são encaminhados para terminação e abate no confinamento no estado de São Paulo, pois dessa forma tiram proveito dos valores mais vantajosos da arroba paulista no momento da venda.



Quanto a gestão, pai e filhos optaram por trabalhar de uma forma simplificada, mas bem administrada, sempre de olho nos números!


Nessa semana a equipe segue pelas últimas rotas do interior de São Paulo, para depois cruzar a divisa do estado, rumo a Mato Grosso do Sul para conhecer a realidade dos confinamentos e confinadores que operam por lá.


Vem com a gente!



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