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#Ep16 – Gado engordando sob os olhos dos donos!

Sabe aquele velho ditado: o olho do dono que engorda o gado? Na pecuária moderna essa expressão caiu por terra, pois o que faz realmente a boiada engordar é uma boa estratégia de trabalho e um eficiente manejo.


Entretanto, alguns produtores preferem acompanhar bem de perto a operação, ou seja, gostam de ver a boiada ganhado peso sob seus olhos. Assim é o trabalho nas duas primeiras fazendas que visitamos em mais um dia de expedição do Confina Brasil em Mato Grosso do Sul.


Nos despedimos de Naviraí e seguimos cerca de 140 km até a cidade de Dourados onde visitamos o primeiro confinamento do dia. A propriedade é gerida apenas pelo proprietário e mais um funcionário que, juntos, de forma bem eficiente e orquestrada, fazem todo o manejo de intensificação do gado.


Na fazenda realizam a Terminação Intensiva a Pasto (TIP), uma estratégia que traz velocidade para a engorda dos animais com o aumento do aporte nutricional, fornecimento da ração direto no cocho e na própria área de pastejo.


O proprietário que acompanha de perto os indicadores e os eventos da Scot Consultoria, está confiante com o mercado e se prepara para ano que vem dobrar a capacidade da fazenda. Isso mostra que a intensificação a pasto tem aumentado e trazido resultados para os pecuaristas, sendo um caminho sem volta para quem começa.

Operação otimizada



No município de Nova Andradina, chegamos na segunda fazenda do dia, uma propriedade que, assim como a que conhecemos anteriormente, tem uma operação bem otimizada e que é acompanhada de perto pelo proprietário com a ajuda de apenas um funcionário fixo.


Hoje, por estar muito perto da operação, ele consegue dar muito mais eficiência e qualidade no manejo, com isso a fazenda tem pouquíssimos problemas de confinamento como rejeito de cocho, por exemplo.



Essa atenção e dedicação tem dado ainda mais credibilidade ao proprietário que começou, por meio de parceria, prestar o serviço de boitel. Hoje na fazenda são 1.000 animais confinados, entretanto, o produtor também está otimista com o mercado e prepara a ampliação da estrutura para 3 mil bois.


Quebrando barreiras



Finalizando o dia de expedição, chegamos ao município de Anaurilândia, onde conhecemos um confinamento novo que iniciou as atividades em 2018. O foco do projeto é bem definido: crescer e ampliar as estruturas, principalmente, para a prestação de serviço, que tem grande potencial de negócio na região.



Hoje a fazenda tem capacidade estática para 1.500 animais e, em breve, dobrará sua estrutura para poder confinar até 3.000. Embora estejam enfrentando certa resistência por parte dos pecuaristas invernistas mais antigos, aos poucos os proprietários estão ganhando seu espaço na região. Atualmente realizam somente recria e engorda de gado próprio e de parceiros no sistema de prestação de serviço.


Até breve Mato Grosso do Sul



Nossa equipe se despede e encerra a missão em Mato Grosso do Sul. No estado onde percorremos mais de 2 mil km em quase duas semanas de muito trabalho, conhecemos e aprendemos muito sobre a pecuária local.


Em diversas fazendas que visitamos, vimos muitos produtores realizando a Integração Lavoura-Pecuária (ILP) pelas grandes extensões das fazendas. Eles apostam nesse sistema para otimizar tanto a produção de grãos quanto a pecuária, que são fundamentais, principalmente, na reforma de pastagem.


Outro diferencial da pecuária intensiva do estado é a presença de animais jovens no confinamento. O objetivo é cumprir as metas do programa Estado Precoce MS, que substitui o consagrado Novilho Precoce lançado na década de 1990, com o objetivo de agregar, de forma voluntária, atributos de qualidade e, consequentemente, valor à cadeia produtiva da pecuária local.



Os produtores sul-mato-grossenses têm utilizado o confinamento para intensificar a produção, ou seja, diminuir a idade de abate, melhorando o acabamento de carcaça e assim ganharem maior bonificação no programa. A parte interessante é ver um programa do Governo do Estado incentivando a intensificação para melhorar a pecuária local.


Os confinadores visitados que são fornecedores do programa falam muito bem sobre o projeto. Já os produtores que ainda não atendem ao Precoce MS, têm a intenção ou vontade de fornecer seus animais. É prova que uma iniciativa do governo bem aplicada pode melhorar a qualidade de uma região. #issoéconfinabrasil


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